10 de jun de 2011

ADRIANÓPOLIS TEM MERCADO PÚBLICO OU NÃO?

Foto: TN
Este ano, 2011, Adrianópolis completará 48 anos que foi instituído distrito da comarca de Granja. Ou seja, quase meio século conta a história de um povo hospitaleiro, ligado às culturas regionais, se destacando sempre na educação e em um dos melhores festejos de seu entorno territorial: Festeja São Sebastião todos os anos no período de 10 a 20 de janeiro. 4° maior reduto eleitoral entre os distritos, com 2.363 votos aptos a votar na última eleição. Enfim, muitos problemas sociais são comuns a este e outros distritos. Porém, um mercado público, ainda mais existindo o local já construído, é essencial pra este e outros distritos granjenses. Desde que me entendi como ser humano conheço Adrianópolis (Tabuleiro), há 60km de Granja (sede), com este mercado público da foto funcionando como popriedade privada e não pública, como deveria ser. As carnes de boi no distrito em questão são vendidas em desacordo com o que reza a legislação sobre saúde pública e política urbana: "impinduradas" em um comércio, sobre o olhar e a apreciação de vários "seres". 
À saber: Lei Orgânica Municipal: "Art. 17 – Compete ao Município: 'V – organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local...'; 'VII – prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento á saúde pública;'".
Esta postagem somente vem de encontro com os anseios de uma população que reivindica pelos seus direitos legais.

5 comentários:

tatiara disse...

Sou desse distrito e digo que a população não usufrui desse mercado "publico".Desde q nasci q moro aki e nunca vi as portas desse mercado aberta!!!Por isso le confirmo Adrianópoles não tem mercado publico!!!

Anderson Alves disse...

O Mercado Público de Adrianópolis, desde que me entendo por gente, que não funciona no local construído para esse fim. Se um dia já funcionou, a muito tempo não funciona.Em pleno século XXI vemos na localidade as carnes sendo vendidas de forma irregular e que vão contra os princípios higiênicos e de conservação, podendo em um caso de extrema falta de irresponsabilidade causar danos para a população. Um cso tão sério que a vigilância sanitária batendo por lá, poderá fechar alguns estabelecimentos que se apropriam dessa prática ilegal. Não estou aqui criticando os comerciantes que de uma forma ou outra precisam trabalhar para sobreviver, mas que exerçam sua profissão num local adequado( já construído e que existe em Adrianópolis, mas está se acabando com o tempo devido a uso para outros fins), com todo suporte necessário para melhor manusear as carnes de forma correta e acima de tudo com a higiene necessária. Vemos diariamente nos jornais os perigos oriundos de agentes físicos, químicos e microbiológicos que podem afetar a saúde e a integridade do consumidor. Tem que haver uma qualidade e segurança dos alimentos que levamos a nossa mesa, ainda mais num distrito como esse que sofre com problemas na área de saúde. Nesses 48 anos de distrito vamos fazer mais pela nossa localidade e vamos pensar nos nosso moradores, no bem estar de todos!

Gustavo disse...

É uma vergonha esse tipo de coisa. Onde está a população que não cobra do vereador? Só lembram do povo no dia das eleições. Vamos tomar uma atitude e corrermos atrás do Ministério Público só assim podemos colocar de volta o funcionamento de nosso mercado. Que afinal de contas é da população.

Victor, Lucas e Mylena disse...

Põe absurdo nisso, um ditristo como o Tabuleiro não possuir mercado, e uma venda glandestina de carne como é praticada hoje.

valdinar disse...

o mercado foi construido mas eu mesno não sei como e por dentro, nunca vi suas portas abertas,

ele serve mesmo e de deposito para um cidadão de adrianopolis,

enquanto isso a carne e vendida nas esquinas na base de mosca e sol forte secando a carne, a noite as banca do açogueiro servem de cama para os cachorros dormirem.

sem falar um mecado desse, geraria beneficios e renda a todos,

acho que a prefeitura penssa que o mercado e dela, a final foi ele quem mandou construir.

o mercado e da prefeitura ou do povo?